Região Portuária do Rio de Janeiro, está com inscrições abertas para o projeto "Crias da Comunidade".
- Redação

- 1 de jan.
- 2 min de leitura

O Armazém da Utopia, importante centro cultural na Região Portuária do Rio de Janeiro, está com inscrições abertas para o projeto "Crias da Comunidade".
A iniciativa oferece 24 vagas gratuitas voltadas para a capacitação artística e técnica de jovens e adultos, com foco em moradores de comunidades tradicionais do entorno e estudantes da rede pública.
Financiado pela Shell via Lei Rouanet, o programa busca enfrentar o abismo social no setor cultural. Segundo os diretores Luiz Fernando Lobo e Tuca Moraes, a proposta funciona como uma escola aberta, permitindo que os alunos vivenciem todas as etapas de uma produção — da idealização à pós-produção.
Estrutura e Benefícios
A formação, que começa em fevereiro de 2026, é dividida em dois eixos principais:
Núcleo Galharufa: Focado na parte artística, com oficinas de atuação, corpo, voz e teoria sobre história e teatro.
Núcleo Gimba: Voltado para a base técnica, cobrindo áreas de iluminação, som e produção.
Para garantir a permanência dos alunos, o projeto oferece auxílio-transporte, alimentação no local e cesta básica durante os nove meses de curso.
Processo Seletivo
As inscrições seguem até as 18h do dia 5 de janeiro de 2026, realizadas exclusivamente por formulário online. O processo de seleção inclui análise de carta de intenção e entrevistas presenciais. O público-alvo prioritário são pessoas a partir de 16 anos das classes C, D e E.
As aulas ocorrerão às segundas e quintas-feiras, no Armazém 6, com carga horária de seis horas semanais. O encerramento do ciclo contará com uma apresentação aberta ao público, consolidando o aprendizado prático adquirido no galpão.
Serviço
Evento: Programa Crias da Comunidade
Prazo de inscrição: Até 05/01/2026 (18h)
Entrevistas: 19 a 23 de janeiro de 2026
Início das aulas: 02 de fevereiro de 2026
Local: Armazém da Utopia – Armazém 6, Zona Portuária, Rio de Janeiro.
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Políticas públicas culturais garantem que a arte seja um direito, não um privilégio. Através de leis de incentivo e editais, o Estado descentraliza a produção e fomenta a economia criativa. O teatro, como arte viva, é o pilar central dessa engrenagem.
O fomento às artes cênicas permite a manutenção de espaços e a circulação de espetáculos, promovendo o diálogo direto com a comunidade. Investir em teatro é movimentar uma cadeia produtiva vasta e estimular o pensamento crítico. Assim, o palco atua como laboratório democrático, transformando realidades locais e consolidando a cidadania através do acesso à cultura de qualidade.
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