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- Expediente
Perdeu a hora e saiu correndo do apartamento. Missão importante para resolver no trabalho naquela sexta. Promessa feita ao chefe. Na portaria tropeçou, inadvertidamente, claro, num gato que dormia exatamente no primeiro degrau depois do portão. Parou pra acalmar o gato, que lhe deu um arranhão no braço, não sem motivo. Nada grave. Tinha gato em casa, um arranhão ou outro estavam sempre na ordem do dia. Na esquina, o pitbull, esse sim, era a novidade. Não temia o cachorro, já tivera desses e de outras raças com histórico de agressividade, mas jamais conhecera problemas com seus cães. Questão de sua própria índole. Os animais muito normalmente se adaptam aos donos. Mas na outra ponta da coleira do pitbull havia um fortão com cara de poucos amigos, que inclusive parecia transmitir ao cão a mesma aversão a outras pessoas. Sem focinheira e com uma longa correia presa à coleira, o animal (o menor), nem latiu. Mas avançou num salto, mirando o pescoço do Ademir, que se esquivou com um movimento quase ninja. O pitboy proprietário puxou a guarda e derrubou o cão com uma risadinha. Balbuciou qualquer coisa sobre cheiro de gato, que o cachorro não gostava. O Ademir não parou pra conversar e seguiu pro resto do dia. Não eram nem nove da manhã ainda. Na rua em declive, pisou em qualquer coisa pastosa. A sola cheia de ranhuras do tênis de trekking não permitia limpeza rápida, do tipo que se faz no meio-fio. O cheiro subia forte. Numa leitura rápida do caminho a fazer, não lembrava de nenhum gramado ou fonte de água onde pudesse limpar o calçado. Os calçados. A fatalidade lhe atingira os dois pés. Pensando em solução pro malcheiroso problema que tinha, distraiu-se novamente com o que mais ocorria à sua volta e deu um encontrão violento com um morador de rua que intencionava mesmo abordar o Ademir em busca de uma contribuição pro café da manhã. O coitado, cuja vida já lhe havia ceifado a perna esquerda, caiu em cima da muleta e por pouco não bateu a cabeça. Sentiu-se agredido e passou a xingar o distraído Ademir, que além de não ter dinheiro pra contribuir com a demanda do pobre pedinte, acabara de notar que esquecera em casa os cartões, incluindo os de bancos e transporte. O coitado em situação de rua já não aceitaria qualquer coisa do cara que quase acabara com sua vida. Ademir tencionava passar num caixa eletrônico pra retirar uns trocados. Voltar em casa atrasaria demais seus planos. Iria até o escritório andando. Não era tão longe. E ainda podia limpar os pés no caminho. Lembrou que conseguiria tirar dinheiro com a biometria, o que nem sempre dava certo porque tinha as digitais muito lisas, mas não custava tentar. E tentou. No posto, na farmácia, no mercado e numa agência do banco que ficava no meio do caminho até o escritório. Sem sucesso. Seguiu sem um centavo, “nada no bolso ou nas mãos”, como diria o Caetano. Chegando ao escritório, numa transversal da rua das Laranjeiras, o cheiro do tênis ainda se manifestava. Se havia algum gramado no caminho, não percebeu. Centrava as preocupações na falta de dinheiro e nos eventos ruins que pareciam anunciar um dia repleto de contratempos. A internet estava fora do ar e o cheiro parecia se alastrar. Malditas ranhuras do tênis que havia comprado pra fazer trilhas. Talvez no banheiro conseguisse ao menos lavar a sola do calçado. Para isso podia mesmo sacrificar a escova de dentes. Seria fácil comprar outra e um dia sem escovar os dentes podia ser grave, mas não tinha a perspectiva imediata de chegar a boca tão perto de alguém a ponto de sua higiene bucal interferir no contato. Ademais, não levaria a escova suja de merda à boca, ora. Deixaria de escovar os dentes por uma refeição. Não seria o fim do mundo. E assim fez. No banheiro, sentou-se, vestido, num sanitário fechado. Manteve a porta aberta para garantir a iluminação e, cuidadosamente, retirou os excrementos remanescentes entre as ranhuras da sola de borracha. Terminado o serviço sujo, saiu do cubículo com a empáfia dos vitoriosos, o par de tênis em uma das mãos e a escova de dentes na outra. Diria qualquer coisa a si mesmo, provavelmente algum grito de guerra automotivacional, caso não escorregasse descalço no chão molhado e cheio de detergente. A turma da limpeza, que costumava chegar bem mais cedo, estava levemente atrasada naquele dia, o suficiente para coincidir com o infortúnio do Ademir. Acordou na traumato-ortopedia do Miguel Couto. E foi lá que soube, pelo anestesista, que tinha batido com a cabeça. Essa, aliás ainda doía um pouco, mas não tanto que inviabilizasse a conversa. De acordo com o médico, um neurocirurgião já tinha feito os exames necessários e a dureza da caixa craniana do Ademir garantiu a integridade do que havia lá dentro. O mesmo não se pode dizer do joelho esquerdo, cujos ligamentos romperam e seriam objeto de cirurgia naquele momento, ou um pouco mais pra frente, assim que a anestesia geral fizesse efeito. O retrospecto do dia, feito pelo Ademir segundos antes de receber a anestesia geral, num momento de lucidez emoldurado pelos aparelhos do hospital, não era comum. Ainda não tinha dado meio dia e ele já tinha percorrido um estranho caminho que levava do arranhão do gato ao centro cirúrgico. Apagou antes de tentar ligar os pontos. Acordou faminto, com a perna imobilizada e tentando entender quem eram as pessoas que o observavam, entre condoídos e alegres. À medida que o efeito da anestesia foi passando, a visão clareando, os pensamentos se organizando, reconheceu a Renatinha, do financeiro; o Joel, do RH; a Monalisa, do almoxarifado e o Alaor, seu irmão mais novo. Todos sorriam. Um pouco amarelo, mas sorriam. Não conseguiu articular um agradecimento. A consciência e a percepção das coisas voltava aos poucos, mas ainda não conseguia vocalizar a gratidão que sentia pela manifestação de todos. Certamente tinham providenciado tudo para que ele pudesse ser atendido da melhor maneira, no tempo exato. E realmente tinha transcorrido assim. Uma lágrima furtiva desceu do olho esquerdo do Ademir com a constatação. Viu ainda quando o chefe chegou e se juntou ao grupo, manifestando sua gratidão pelo empenho do Ademir ao longo de todos os anos em que trabalhava na agência de publicidade. Só não tinha entendido o que ele tinha ido fazer no escritório em seu dia de folga. Tinha sim, uma missão combinada, mas era para a segunda seguinte. A folga na sexta tinha sido acertada com o Ademir e sua candidata a namorada, a Selminha, da produção, muito conhecida por seu pavio curto, mas que se encantara com o jeitão “distraído inteligente” dele. Tudo o que se sabe é que ela chegou à casa do Ademir uns dez minutos depois de ele ter saído. O porteiro relata que ela não saiu contente de lá. Mas pediu um táxi direto pro aeroporto. Há quem diga que ela teria até trocado a blusa vermelha que vestia, presente do Ademir, por uma camiseta da CBF. Mas aí já é especulação. Rio de Janeiro, outubro de 2022. Música Cedro Rosa Digital Trilhas sonoras que podem ser licenciadas a partir de $ 9 reais, para videos em redes sociais! Abra agora um perfil na Cedro Rosa Digital. Plataforma musical reune artistas, compositores e usuários comerciais de música, como TV, publicidade, rádios e internet para pesquisar, escutar e licenciar obras certificadas para trilhas sonoras diversas. Qualquer um pode abrir um perfil apenas com nome e e-mail. Veja como funciona. A história recente da mídia do Brasil
- Estudando a Canção: Motim (O verso que nunca fiz) , de Evandro Lima e Sergio Fonseca
Ficha Técnica e Dados de Identificação Para pesquisadores, produtores e profissionais da indústria, seguem Guia Essencial para Entender Direito Autoral Leia Mais, Saiba Mais no portal CRIATIVOS! aqui a série Estudando a Canção Este texto integra o pilar Direito Autoral e Propriedade Intelectual CRIATIVOS atua na articulação entre cultura, economia criativa e tecnologia aplicada. eventos, iniciativas territoriais e ações concretas no campo cultural e criativo.
- Batalha por pagamentos justos em streaming de música chega ao parlamento britânico
Pressionados por músicos, intérpretes, produtores, compositores e outros titulares de direitos autorais como Paul McCartney , Kate Bush, Annie Lennox, Jimmy Page e Sting, criticando a grave concentração de lucros entre plataformas e gravadoras, o parlamento britânico criou a Comissão de Assuntos Digitais, Cultura, Mídia e Esportes (DCMS, em inglês). Num relatório publicado nesta quinta-feira (15/7/2021), o DCMS criticou a distorção na concentração dos lucros entre as plataformas e gravadoras, propondo, entre outras coisas, mudanças na Lei que deem maior poder aos artistas. LEIAM O O documento na íntegra em inglês. O recebimento desproporcional de royalties por gravadoras, a discrepância entre o recebimento de royalties de direitos de autor (quem compôs as músicas, nao quem canta), e o gap dos UGC (User Generated Content, ou conteúdos gerados pelos usuários, como o caso do Google, citado nominalmente no relatório), são os maiores desafios a serem vencidos para uma distribuição justa de royalties. Plataforma digital administra direitos autorais em todo mundo. Músicos, compositores, bandas, mídia, produtores de cinema, streaming, TV, publicidade e games em um único ambiente digital, para negócios de licenciamento. Abra um perfil agora Cedro Rosa Online A Cedro Rosa , produtora e distribuidora de conteúdos, com sedes no Rio de Janeiro, New York e Tokyo criou uma plataforma digital de administração e distribuição de músicas no mundo inteiro. Para ter acesso, como artista, empresa ou simplesmente amante de música, basta abrir um perfil , apenas com nome e e-mail. A plataforma digital funciona em 10 idiomas e conta com mais de 3 000 mil certificadas, prontas para serem licenciadas para sincronizações diversas em filmes, novelas, audiovisuais, games e publicidades. Acompanhe nossas redes digitais. https://linktr.ee/cedrorosa Compositores, bandas e artistas podem registrar suas musicas e fazer contratos de distribuição e licenciamento e empresas da midia como TVs, Radios, produtoras de cinema e conteudo em geral podem licenciar essas obras devidamente certificadas diretamente na plataforma. E tem mais!
- Hamburguers
Sonali Maria (dos poemas guardados dos anos 1980) Leia Mais, Saiba Mais no portal CRIATIVOS!
- A Regulação da Inteligência Artificial na Música Global e a Resposta Tecnológica de Certificação
CRIATIVOS, Pensar, Fazer! atua na articulação entre cultura, economia criativa e tecnologia aplicada. Chamada Rede de Pesquisadores, Gestores e Cadeia Produtiva da Cultura, Economia Criativa e Tecnologia Receba o RADAR CRIATIVOS (semanal) 👉 Clique para participar: Bastidores, análises e oportunidades da economia criativa.
- Alerta vermelho no streaming: robôs invadem a música e bilionário mercado fonográfico reage com selos que rastreia uso de IA, como empresa brasileira já faz
Embora a submissão do projeto marque um posicionamento forte da indústria, a mudança ainda não é prática O projeto de inovação tecnológica aplicada à economia criativa contou com o apoio institucional da Embrapii CRIATIVOS! atua na articulação entre cultura, economia criativa e tecnologia aplicada. Receba o RADAR CRIATIVOS (semanal) 👉 Clique para participar: Bastidores, análises e oportunidades da economia criativa.
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A engrenagem invisível que sustenta a indústria de espetáculos ao vivo no Brasil ganha um importante Trilha Sonora Certificada via @CertCon, na Spotify CRIATIVOS! atua na articulação entre cultura, economia criativa e tecnologia aplicada. eventos, iniciativas territoriais e ações concretas no campo cultural e criativo. economia criativa.
- Ivan e o Cristo (Parte 3)
pessoas as achavam assustadoras ao invés de sublimes, nem conseguia entender por que o mais importante crítico Is”) Leia toda a serie: Ivan e o Cristo (Parte 1) Ivan e o Cristo (Parte 2) A cultura e a economia criativa A cultura e as indústrias criativas são responsáveis por 3.11% do PIB, segundo estudo do ITAÚ CULTURAL Parque Tecnológico da Paraíba , consolidando o Brasil como referência em inovação tecnológica no mercado criativo Essa iniciativa promove uma economia criativa mais inclusiva e sustentável.
- ViacomCBS fortalece a liderança de streaming internacional para enfrentar Disney e Netflix
A revista CRIATIVOS! Criativos! é uma revista digital de Arte, Cultura e Economia Criativa e conta com a colaboração de centenas de artistas
- ApexBrasil promove cooperação entre Brasil e China no setor audiovisual
8 de agosto de 2003 com um capital registrado de 3 bilhões de yuans, é uma das maiores empresas da indústria A ApexBrasil, por sua vez, tem desempenhado papel crucial na promoção da internacionalização da indústria Durante a reunião, foram apresentados os avanços e desafios da indústria audiovisual brasileira, enquanto da Cedro Rosa Digital, acesse os links abaixo: Site oficial : https://cedrorosamusica.online/ Portal Criativos Cedro Rosa Digital continua a expandir fronteiras, contribuindo para o fortalecimento da economia criativa
- Tarde de pelada, caipirinha e Chico Buarque. Nossa!!
Adalberto Cantalice era editor, e dono, da ‘Revista Equipe’. Um periódico no modelo SQP (Sai Quando Pode), como ele mesmo definia. Conquistar anunciantes para uma revista de cultura e política na Nova Iguaçu da década de 1970 era uma garimpagem árdua e tarefa das mais ingratas. Menos mal que redatores e colaboradores atuavam graciosamente. Era o espírito quixotesco que nos embriagava fazendo crer que resistir à opressão asfixiante daqueles tempos de chumbo na Baixada Fluminense, e no país, era uma obrigação de quem se acreditava, cidadão consciente. Éramos pretenciosos. O patrocínio garantia a publicação da revista e era vital para Adalberto pagar o aluguel e sustentar a família. Mulher, seis filhos e um gato. Com exceção do tricolor Luiz, o segundo filho, todos eram torcedores do América. Inclusive o gato, costumava se gabar. A vida ficara muito dura para o velho 'Canta' desde que a concessão da Rádio Solimões saiu do controle da sua família. Ele trocara o Rio por Nova Iguaçu para dirigir aquela que era uma das emissoras do seu tio. Acho que era isso. A Revista, além da dupla função, era uma grande fonte de satisfação para ele. Mas paralelamente o homem vivia a correr atrás de outras formas de geração de recursos. Um dia, isso já no início da década de 1980, ele chegou para mim e disse que achara uma banca de jornal para comprar, mas com a condição de não vender jornais. A capatazia local não queria concorrência. Chamamos o Luiz Carlos Fávaro, na época meu cunhado e um sujeito dos mais dignos que conheço, e montamos a sociedade. Compramos a banca para vender livros. Ela foi instalada na Praça da Liberdade, no centro comercial da cidade. Cantalice deu o nome de ‘Barraca da Cultura’. Não demorou muito e ele propôs comprar nossas partes na sociedade, porque dividir o lucro por três, não estava valendo a pena. As previsões delirantes de um faturamento alto, não passavam mesmo de um delírio dele. Fávaro e eu abrimos mão da nossa parte, mas eu costumava ficar pela manhã na banca. A maioria dos livros que começamos a vender eram da Codecri, a editora do Pasquim. Fomos lá e conseguimos uma boa quantidade de livros em consignação. Líamos mais do que vendíamos. Tivemos também alguns problemas tipo, quando fomos fichados pelo DGIE (Departamento Geral de Investigações Especiais) por “vender livros comunistas”. A ditadura demorou a acabar na Baixada. Um advogado amigo, Delário Ribeiro foi na delegacia e livrou Cantalice. E foi na banca que ele conheceu também pessoas interessantes. Entre elas, um médico de nome Ézio (não me recordo do sobrenome). O sujeito era simplesmente o médico do Politheama, o time de futebol do Chico Buarque. Cantalice passou a ser um grande fã do Chico desde quando era diretor da rádio e ouvira pela primeira vez ‘Construção’. Eu já era um fã de carteirinha desde os festivais da TV Record (a antiga). Resumindo: Cantalice conseguiu que o Dr. Ézio nos levasse para conhecer o homem. Em uma tarde nublada num meio da semana, nós três nos mandamos para o Recreio dos Bandeirantes. Lá, dois campos de futebol soçaite. Um gramado, para os jogos do campeonato que o Politheama disputava, e um careca, para as peladas de quarta ou quinta-feira, quando Chico recebia os amigos. Dr. Ézio nos preveniu que Chico ficava meio arredio quando tinha gente desconhecida no campo. Prometemos nos comportar. Nada de tietagem. Como o tempo estava mais para frio, nada de cerveja. Caipirinhas. E foram algumas, do Severino’s bar, lá mesmo no complexo esportivo. Entre os peladeiros, gente do MPB-4, o cantor Silvio Cesar e outros. Conversamos com alguns. Terminada a série de peladas, Chico saiu do vestiário de banho tomado e Doutor Ézio nos chamou para nos apresentar. Chico apertou nossas mãos cortesmente e até simpático. Adalberto, claro, entregou a ele exemplares da Revista Equipe. Ele passou os olhos e gostou de ver na capa a chamada da entrevista com João do Vale, compositor pelo qual ele tinha grande afeição. E nas despedidas, meu amigo, geralmente muito tímido, mas turbinado pelas caipirinhas foi imperativo: “Mas é pra ler, hein, Chico!”, ao que o compositor educadamente e num quase-susto, assentiu. Na volta para a Baixada, Adalberto meio atormentado e apreensivo, quis saber se não tinha sido “grosso” com Chico. Nós rimos muito e dissemos que não. Claro que não. Querido e saudoso Cantalice e Doutor Ézio, responsáveis pelo “esbarrão” com o Chico. Sou eternamente grato. “Politheama, Politheama O povo clama por você Politheama, Politheama Cultiva a fama de não perder” (Hino do Politheama – Chico Buarque de Holanda) Evandro Lima, Laís Amaral Jr e Sergio Fonseca Samba. Siga a Cedro Rosa. Twitter - Youtube - Facebook - Linkedin - TikTok - Spotify. Cedro Rosa cria Plataforma mundial de música em 10 idiomas para gerir direitos autorais e licenciar e distribuir obras musicais. Músicos, compositores, bandas, mídia, produtores de cinema, streaming, TV, publicidade e games em um único ambiente digital, para negócios de licenciamento. Cedro Rosa Online Abra um perfil agora Plataforma digital permite registro, distribuição e licenciamento de músicas no mundo inteiro. Todo mundo pode escutar músicas e podcasts de graça. Tudo online! A Cedro Rosa , produtora e distribuidora de conteúdos, com sedes no Rio de Janeiro, New York e Tokyo criou uma plataforma digital de administração e distribuição de músicas no mundo inteiro. Para ter acesso, como artista, empresa ou simplesmente amante de música, basta abrir um perfil, apenas com nome e e-mail. A plataforma digital funciona em 10 idiomas e conta com mais de 3 000 mil certificadas, prontas para serem licenciadas para sincronizações diversas em filmes, novelas, audiovisuais, games e publicidades. Acompanhe nossas redes digitais. https://linktr.ee/cedrorosa Compositores, bandas e artistas podem registrar suas músicas e fazer contratos de distribuição e licenciamento e empresas da midia como TVs, Radios, produtoras de cinema e conteudo em geral podem licenciar essas obras devidamente certificadas diretamente na plataforma. Ouça.
- Além do felizes para sempre: a subversão dos contos de fadas como tendência de mercado no ecossistema editorial
reinvenção de narrativas clássicas consolidou-se como uma das estratégias mais eficazes da economia criativa absurdo, a literatura infanto-juvenil demonstra sua capacidade de renovação e relevância dentro da indústria CRIATIVOS! atua na articulação entre cultura, economia criativa e tecnologia aplicada. eventos, iniciativas territoriais e ações concretas no campo cultural e criativo. economia criativa.











