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Segurança digital pode impulsionar mercado de IoT para US$ 750 bi até 2030




O Brasil está pronto para mergulhar de vez na era da hiperconectividade, mas há um desafio enorme pela frente. Segundo uma pesquisa da Statista, a Internet das Coisas (IoT) deve ter cerca de 20 bilhões de dispositivos ativos no mundo este ano. Para que esse crescimento continue e seja seguro, especialistas alertam para a importância da padronização e da segurança digital em todas as etapas.



Para discutir o futuro da IoT, a Associação Brasileira de Internet das Coisas (ABINC) reuniu gigantes como Ericsson, Anatel, ABNT, Claro e Vivo. Eles falaram sobre a necessidade de um ecossistema mais amplo e, principalmente, mais seguro. Yanis Stoyannis, diretor de segurança da Ericsson, destacou que o 5G é um divisor de águas, com velocidades incríveis e a capacidade de conectar milhões de dispositivos. Mas com essa revolução vêm as vulnerabilidades.


Dispositivos de baixo custo e com pouca proteção se tornam alvos fáceis para criminosos. Um aparelho invadido pode ser usado para ataques em massa, roubo de dados, fraudes e até colocar a vida de pessoas em risco. Por isso, a colaboração entre empresas e regulamentação são cruciais para proteger a sociedade.


Um relatório da McKinsey & Company de 2023 mostra que, se a segurança for priorizada, o mercado global de IoT pode saltar de US$ 500 bilhões para US$ 750 bilhões até 2030. A adoção de normas internacionais, como as da série ISO/IEC 27400, é vista como o caminho para construir essa confiança e impulsionar o crescimento.


A boa notícia é que a ABINC já está trabalhando com a ABNT em normas de segurança e privacidade para IoT, o que pode dar ao Brasil um papel de destaque internacional. A mensagem final é clara: os custos e impactos de não investir em segurança serão muito maiores do que o investimento necessário para fazer a coisa certa desde o começo.


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